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O Governo e a compra centralizada de materiais de escritório

O Ministério da Economia quer ampliar o Almoxarifado Virtual a todos os órgãos federais do Brasil. Também poderão aderir ao modelo instituições estaduais e municipais dos Três Poderes. Foi aberto um processo licitatório chamado de Intenção de Registro de Preços (IRP) para ampliar o projeto, que atualmente é utilizado por 28 órgãos no Distrito Federal (DF).
O Almoxarifado Virtual centraliza a prestação de serviços de fornecimento de materiais de escritório e bens de informática pela internet. As instituições interessadas em participar da IRP têm até 29 de maio para manifestar o interesse.
A empresa que for contratada será responsável pela operação logística do processo de compra e armazenamento de materiais de consumo administrativo (recebimento, armazenagem, separação, expedição, distribuição, guarda, inventário e conservação), por meio de ferramenta informatizada. Serão fornecidos materiais de expediente como papel, caneta, grampeador, por exemplo) e suprimentos de informática (CD, DVD, pen drive, entre outros).
Com o uso da plataforma, os órgãos de todo o país deixarão de adquirir individualmente itens como lápis, papéis, pen drives e canetas e passarão a ser supridos pelo modelo implantado em 2018 no DF. “Queremos levar esta iniciativa para todo o Brasil porque sabemos que se trata de uma solução que desburocratiza e simplifica processos, além de ter contribuído para a diminuição de custos administrativos na ordem de R$ 4,2 milhões”, explica o secretário de Gestão do Ministério da Economia, Cristiano Heckert. [por AGENCIA BRASIL].